….concordo em parte com vcs…mas verdades absolutas , limitam o fluxo de idéias, ninguém sabe o que pode surgir de uma experiencia inusitada, bizarra ou comum! Muitas vezes são coisas ruins, mas o que importa são os trabalhos que nos emocionam, fruto de experiencias diversas…
para cantar rap ou folk, não é necessário nascer na favela ou no campo, eu quero ver(ouvir) além e inclusive o que já existe…
abrindo o campo da experiencia ao máximo, no limite da condição…
MUITO CARO O SHOW DO BOB DYLAN! ainda bem que não sou fã alucinado! mesmo assim, fiquei puto!
Du ca**** o videocast!
eu tou tão por fora que não li o livro da clara (putz, esqueci o h) e só de ver ela falar me canso. ela é muito cool pro meu fogão. no mais, muito axé!
Eu gostei do I’m not there. Eu gosto muito de trabalhos em que vejo que a pessoa ralou bem para fazer bem feitono caso o diretor e todo o elenco, e creio que até a versão suecada do documentário No diretion home que tem no filme foi agradável. É o melhor filme “para crítico” que já vi na vida, porque crítico gosta disso, show de referencias. Fotografia do Godar, essas coisas… O guri do começo do filme canta Tombstone Blues muito bem, aliais a outra música que ele canta na sala lá também muito boa sabe. Heath Ledger foi um bom coadjuvante para aquela atriz francesa. A semelhança da Cate Blanchett com o Bob é assustadora, tanto que quando vejo a capa do meu cd Highway 61 revisited, eu enxergo mais ela do que ele, é engraçado. Não se preocupe Clarah, Bob Dylan não vai virar pop. Deus fez o favor de não dar a ele a voz do Johnny Cash. Bob Dylan é que nem cigarro, ótimo para quem o consome, péssimo para quem não gosta e fica ao lado só sentindo o cheiro da fumaça. Botaram a música dele na abertura de Watchmen. Watchmo, mas tomara que nunca toque Desolation row na versão do Chemical Romance nas rádios. TEntaram ser Johnny Ramone cantando Wonderful world, mas não conseguiram.
11 de junho de 2008 às 8:16
muito moralista!
….concordo em parte com vcs…mas verdades absolutas , limitam o fluxo de idéias, ninguém sabe o que pode surgir de uma experiencia inusitada, bizarra ou comum! Muitas vezes são coisas ruins, mas o que importa são os trabalhos que nos emocionam, fruto de experiencias diversas…
para cantar rap ou folk, não é necessário nascer na favela ou no campo, eu quero ver(ouvir) além e inclusive o que já existe…
abrindo o campo da experiencia ao máximo, no limite da condição…
MUITO CARO O SHOW DO BOB DYLAN! ainda bem que não sou fã alucinado! mesmo assim, fiquei puto!
Du ca**** o videocast!
11 de junho de 2008 às 8:52
crianças, ótimo videocast, mais uma vez, rs..
só que não consegui rodar no firefox de maneira alguma.. no IEsux rolou.. oO
11 de junho de 2008 às 18:04
tá demais! vi logo os três numa talagada só.
virei fã. parabéns
hahah
17 de junho de 2008 às 23:34
“Do auge dos meus 12 anos de idade eu tenho muito pra dizer sobre os sentimentos do homem do campo, sabe? Eu e o meu violão, que a minha mãe me deu”
18 de junho de 2008 às 20:21
muito bom.
16 de setembro de 2008 às 23:03
eu tou tão por fora que não li o livro da clara (putz, esqueci o h) e só de ver ela falar me canso. ela é muito cool pro meu fogão. no mais, muito axé!
16 de março de 2009 às 23:12
Eu gostei do I’m not there. Eu gosto muito de trabalhos em que vejo que a pessoa ralou bem para fazer bem feitono caso o diretor e todo o elenco, e creio que até a versão suecada do documentário No diretion home que tem no filme foi agradável. É o melhor filme “para crítico” que já vi na vida, porque crítico gosta disso, show de referencias. Fotografia do Godar, essas coisas… O guri do começo do filme canta Tombstone Blues muito bem, aliais a outra música que ele canta na sala lá também muito boa sabe. Heath Ledger foi um bom coadjuvante para aquela atriz francesa. A semelhança da Cate Blanchett com o Bob é assustadora, tanto que quando vejo a capa do meu cd Highway 61 revisited, eu enxergo mais ela do que ele, é engraçado. Não se preocupe Clarah, Bob Dylan não vai virar pop. Deus fez o favor de não dar a ele a voz do Johnny Cash. Bob Dylan é que nem cigarro, ótimo para quem o consome, péssimo para quem não gosta e fica ao lado só sentindo o cheiro da fumaça. Botaram a música dele na abertura de Watchmen. Watchmo, mas tomara que nunca toque Desolation row na versão do Chemical Romance nas rádios. TEntaram ser Johnny Ramone cantando Wonderful world, mas não conseguiram.
No mais, nada mais.
19 de fevereiro de 2010 às 22:33
Essa mulher entre os caras é muito tosca, a única coisa q faz bem é comer a pipoca.