OmeleTV #17.2 – And the Oscar Goes to…

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OmeleTV #17.2 – And the Oscar Goes to…



Pela primeira vez, um OmeleTV especial pro Oscar, que acontecerá nesse domingo, 22/02. Porém, não foi só o Oscar 2009 o tema abordado, com seus indicados, preferências dos cozinheiros, e críticas pelas ausências no prêmio maior do cinema mundial. Pois é! Coube ainda na receita desse bloco o Prêmio Framboesa de Ouro, que se trata de um Oscar às avessas, premiando os piores do ano.


Coisa boa e coisa ruim, mas sempre com ótimo humor dentro do OmeleTV… Ah! E não percam nesse bloco também mais um pouco de interação dentro da cozinha com os balõezinhos de comentários. Comentem a vontade…


Agora, vamos ao que rolou:


00:29 – O Oscar e a entrega dos prêmios da Academia.
00:52 – O glorioso Framboesa de Ouro, e seus indicados.
01:50 – Aplausos ao Framboesa!
02:34 – Uwe Boll e o prêmio para a pior carreira.
04:17 – Agora… o Oscar!
04:30 – Entre os injustiçados, O Lutador, O Lutador, O Lutador e assim por diante.
05:33 – Pra melhor ator temos…
06:52 – Benjamin Button de mãos vazias???
07:15 – Melhor filme.
09:20 – Melhor atriz.
10:38 – Melhor diretor.
11:30 – Melhor animação.
12:25 – Mais votos via balão! Acompanhem!!!


E não pensem que o carnaval fica sem OmeleTV! Aguardem…





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4 comentários to “OmeleTV #17.2 – And the Oscar Goes to…”

  1. Yuji disse:

    Pow.. realmente me decepcionei com o último do Shyamalan. Gostei muito dos primeiros filmes (quem não gostou?), achei o Lady in the Water interessantíssimo e os posteres e trailers do Fim dos Tempos criaram uma expectativa que não foi nem um pouco superada.

  2. arthur disse:

    realmente, Lady in the water eu achei uma maravilha mas,wall-e, me descepcionei quando não ganhou premio de melhor filme, poi ele é genial, ele tem uma hora e 47 minutos de filme e só tem 22 de diálogo, ele é incrivel, batman é incrivel como cristian bale não ganhou nada, bolt, é uma m*rda, eu fui obrigado à assistir esse filme e eu acho q ele foi indicado por falta de opção.

    Arthur Citta Aguiar,12,10 e 29 da manhã

  3. Vinicius Gama disse:

    É interessante ver comentários de um cinéfilo quando ele não “representa o crítico”; fora isso, é um porre, e na maioria das vezes, um erro.
    Heath Ledger, sem dúvida, teve o melhor desempenho de sua curta vida em “The Dark Knight” (em “Brokeback Mountain” está ótimo, mas muito mais reagindo à Gyllenhaal do que qualquer outra coisa; e em “Candy” está soberbo), mas não merecia uma indicação, simplesmente por estar morto. Uma indicação póstuma não é justa com os outros indicados (especialmente vindo de um dos maiores blockbusters de todos os tempos). Uma coisa é o infortúnio de um candidato morrer entre a indicação e a premiação, outra é ser indicado “pós-morte”; isso já carrega um peso que esmaga os outros atores. Todos sabem que o desempenho de Ledger foi fantástico, e será lembrado como um grande ator por ele. Já basta.
    Sobre “Slumdog Millionaire”, assisti finalmente ontem. É uma delícia. Mas quantas vezes Mr.Boyle assistiu e estudou “Cidade de Deus” para fazer o filme? Até a galinha tá lá, como vocês disseram…Mas confesso que adorei a “dancinha” final, que apesar de criticada por muitos, foi o que deu uma originalidade incrível ao filme. Um final que “funcione” e feche com chave de ouro, seja da forma que for, é sempre decisivo, mesmo que seja apenas nos créditos; e no caso de Slumdog, é quase um simpatissíssimo pedido de desculpas à India, pela visão nada positiva – apesar de realista – dada sobre o país durante todo o filme (penso cá com o bordado dos meus saris, se Gloria Perez viu o filme enquanto compõe mais uma de suas pérolas das oito, “O Caminho da Disney”…). Mas o roteiro de Slumdog não tem nada de genial, longe disso. O que o faz especial é a realização. Mas se for para dar o prêmio a Boyle, teria sido muito mais justo (e não sou nem um pouco patriota) ter dado ao Fernando Meirelles há 5 anos atrás. Mas como o mundo (mesmo o de Gloria Perez) está longe se ser perfeito…
    Gostei de “Benjamin Button”, mas em nenhum momento consegui enxergar David Fincher ali…(será que tudo não foi uma grande confusão?! …Ron Howard foi quem realmente fez Benjamin e Fincher dirigiu “Frost/Nixon”…oh, my god!…rs). É um filme feito por encomenda para o Oscar. Junto com toda a marketada pessoal – mesmo que através de reais boas ações vindas da adoção de uns 17 orfãos e “a luz” de mais uns 13 filhos – de Mr.Pitt & Ms.Jolie. Coincidências à parte, os 2 estão concorrendo. Ms.Jolie sem muito mérito, concordo. Ainda não achou o papel certo (mesmo quando venceu de coadjuvante por “Garota Interrompida”) para superar o fardo – e personalidade – a la Julia Roberts que carrega. É sempre Angelina Jolie antes de qualquer personagem, como Julia era seu cabelo. Mas depois de várias tentativas de se “marginalizar”, Ms.Roberts acabou ganhando sendo mais Julia Roberts que nunca em “Erin Brockovich”. Sobre Benjamin…posso estar errado, mas acho que pode ganhar, por ser totalmente americano. Talvez uma certa vingancinha à todos os outros importantes prêmios que coroaram Slumdog até agora.
    É um sacrilégio não comentar sobre Frank Langella em “Frost/Nixon” e o quanto era merecido ser um favorito, e na minha opinião, ganhar o prêmio. Sean Penn está igualmente incrível, mas já ganhou uma vez, e concorreu outras. Acredito que Langella é o que todos estão adorando falar de Mickey Rourke: uma escolha improvável que deu certíssimo (mesmo – e justamente – por ter feito a versão teatral com Michael “injustiçado” Sheen; e desculpe, o azarão da trupe aí é Richard Jenkins, e não Langella), vindo do diretor que veio. Sem dúvida, foi a redenção de Ron Howard. Agora que ele parece ter se soltado…bem, um “pouquito”…do mainstream, bem que podia nos deliciar com uma continuação pós-25 anos de “Splash”, mostrando a crise conjugal de uma “sereia-Daryl Hannah-quase-cinquentona” com um “nerd-também cinquentão-Tom Hanks”, cansados do mundo de Nemo…rs. Não assisti “The Wrestler” ainda, devo ver hoje…mas acho que Mickey Rorke já voltou há alguns anos, e até já hypou 9seja lá o que isso realmente significa…) em “Sin City”. Mas Nicolas Cage, que era a primeira opção para o filme, seria um crime. E sobre a cena de “tomada de câmera seguindo sem cortes”, não vi ainda, portanto não posso dar uma opinião 100%, mas Brian DePalma fez isso a vida inteira…
    Sobre “WALL-E”: também é ótimo, mas – como todas as animações – carrega tantas referências á filmes históricos (neste caso, até pela temática difícil que tem para uma animação) que acaba perdendo um pouco da originalidade que pretende ter em alguns momentos. E mais uma vez, o mesmo princípio de Heath Ledger / indicação: foi corretíssimo a Academia ter criado o prêmio de melhor filme de animação há anos atrás, pois também não é justo uma animação concorrer com filmes “de gente”. Acredito que a maioria dos cinéfilos concorda que um diretor que compõe uma obra com uma equipe técnica ativa em um set, atores realmente incorporando papéis (e seus egos durante meses de produção) e toda a pós-produção disso tudo, não deve concorrer com uma produção que segue padrões bem diferentes como os de uma animação (mesmo que, em outro patamar, seja tão trabalhosa quanto um filme convencional). Para isso, então, a criação do prêmio específico; que neste ano deve ir, merecidamente, para “WALL-E”.
    E Kate Winslet é barbada, até pelo merecido histórico de carreira (já coroado com as anteriores indicações) e a forma corajosa e incrível com a qual decidiu direcionar sua carreira pós-Titanic. Poderia ter se transformado em uma Gwyneth Paltrow, mas não era a sua praia, definitivamente. Sou fã de carteirinha assinada. Também gosto mais dela em “Revolutionary Road”, por tudo. Pelo filme, pelo charme e pela atuação. É a primeira vez (desde o “naufrágio”…rs) que faz uma mulher intencionalmente (porém de uma forma discreta) classuda, atraente e forte ao mesmo tempo. O papel resume tudo o que ela consegue ser como atriz. Mas…podemos ter uma surpresa, como no ano passado, quando Marion Cotillard ganhou com sua caricatura de Piaf (com todo respeito a sua excepcional entrega ao papel), e ver a Academia premiando novamente Ms.Streep depois de tantos anos. Ou a pentelha Anne “Lêmure” Hathaway, a favorita ao prêmio até outro dia.
    E sem dúvida, Christopher Nolan deveria estar entre os 5 diretores, e “The Dark Knight” no lugar de “The Reader”.
    Bom…é esperar para ver. Ou não, se não tiver cable TV…rs. Mas se tiver conexão e um bom comp já dá pra salvar-se do trauma de perder esse ano pro Carnaval….aargghh-plus-humpf…

  4. Jik disse:

    Então, pessoal, primeira coisa, quando cês acabaram o programa eu fiquei com cara de “Pô, já acabou? Sério?”, o que quer dizer que o programa foi excelente. Segundo, eu nem vou me dar ao trabalho de falar de TDK, é uma sacanagem sem tamanho o que fizeram. Terceiro, a melhor parte da interpretação do Brad é quando Benjamin é esteticamente muito velho e por dentro criança, a interpretação está linda, mágica. Mas o detalhe é que não é bem interpretação dele, é parte ele, parte efeito digital. Sean tem que ganhar esse Oscar.

    E por fim, vou dizer algo inpensável, as pessoas têm que ver Super-Herói, A Liga da Injustiça. Não que o filme seja bom, não é, é muito ruim. Mas a atriz que interpreta a Princesa é extraordinária, a melhor comediante que eu já vi no cinema, ela levou o filme nas costas fácil. Sério, façam esse esforço hérculeo e revejam o filme, prestem atenção nela, ela é espetacular, não há nenhuma atriz americana que seja tão boa de comédia quanto ela. Pô, baixem o filme e selecionem no player as cenas dela, vale muito a pena.

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